Suécia em foco: Vereador apresenta proposta curiosa relacionada ao sexo em cidade sueca

A Suécia é considerada um dos países que mais prezam pelo bem-estar de seus cidadãos. País de primeiro mundo, já foi apontado pela ONU como um dos melhores nas categorias de “Saúde e Bem Estar”, “Ciência e Tecnologia”, “Prosperidade e Igualdade” entre outros.

A título de exemplo, desde 1974, o país estimula a licença-paternidade. Existe uma forte tradição no país de incentivo aos pais de recém-nascidos a passar tempo com os seus filhos durante os primeiros meses. Além disso, estabelece-se o famoso “fika” entre os suecos: Pausa para um café durante o expediente que, segundo as empresas suecas estimulam o profissional a trabalhar satisfeito, o que reflete no sucesso da empresa.

O “benefício” da vez foi a proposta de um vereador para estimular os funcionários a levantar a autoestima através do sexo, concedendo uma pausa do expediente de trabalho para o colaborador manter relações sexuais com seus parceiros.

A ideia gerou polêmica entre os habitantes da cidade de Övertorneå, comuna de quatro mil e quinhentos moradores. As opiniões divergem, e o assunto foi tema de entrevista no The New York Times. Malin Hansson, especialista em saúde do sexo comentou durante a entrevista:

“Eu apresentaria isso (a proposta) em todo o país”.

Segundo Malin Hansson, o sexo contribui para o bem-estar do funcionário, haja vista a redução de níveis de estresse e irritabilidade resultantes da relação sexual.

Per-Erik Muskos, vereador que apresentou a moção, esclareceu o motivo por trás do benefício:

“O sexo é, também, uma boa forma de praticar exercícios e tem efeitos positivos no bem-estar. A sugestão é que as pessoas tirem uma hora por semana para ir para casa e fazer sexo com seus parceiros.”

O vereador ainda reiterou que esse benefício ajudaria também em relação ao controle de natalidade do município.

Tomas Vesdetig, vereador da oposição, se manifestou a respeito do assunto em pauta, dizendo que a proposta pode ser uma faca de dois gumes, uma vez que pode embaraçar determinados tipos de pessoas. Pode causar vergonha ao funcionário que não tem um parceiro sexual ou que tenha algum problema reprodutivo que o impeça de usar a “folga” a fim de se reproduzir. O vereador ainda acrescentou:

“Acho embaraçoso um chefe chegar para um funcionário e dizer: “Vá para casa por uma hora e faça bebês”.

A proposta será encaminhada para votação entre os meses de maio e setembro, visando a maioria de votos para o projeto engajar de acordo com os termos estabelecidos.

 

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