Homem é acusado de ameaçar “torcer” o pescoço de uma congressista norte-americana por apoiar Donald Trump

Um funcionário de uma escola do Arizona nos Estados Unidos, foi preso por supostamente ter dito a uma congressista que seus “dias foram contados” e por ter ameaçado “torcer” seu pescoço por seu apoio ao presidente Trump.

Steve Martan, um monitor do campus do Centro de Aprendizagem Exploratório de Miles, em Tucson, deixou três mensagens de voz para a congressista Martha McSally, uma republicana, que representa o segundo distrito congressional na casa de representantes dos EUA, que inclui a cidade de Tucson. Nas mensagens de voz, que foram feitas em 2 de maio e 10 de maio de 2017, Martan ameaçou a congressista com juras de morte com um tiro de arma de fogo entre os olhos da congressista, disse o FBI.

De acordo com uma queixa criminal, Martan disse a McSally que ela precisava “voltar para onde ela veio e deixar o Arizona” e avisou que deveria “ter cuidado” quando voltasse a Tucson. O FBI disse que os agentes localizaram Martan por seu número de telefone através de seu fornecedor do telefone e o prenderam no dia 11 de maio.

Após sua prisão, Martan admitiu ter chamado o escritório de McSally, disse o FBI. Ele disse aos agentes que “estava exalando frustrações com os votos do congresso da parlamentar McSally em apoio ao presidente dos Estados Unidos”, disse a denúncia.

Um despertar para a ameaça

Uma declaração do escritório de McSally disse que as ameaças cruzaram “uma linha clara” e foram “um despertar”. “Ameaçar dar um tiro em um membro do Congresso e afirmando que seus dias são contados é doentio. É especialmente nojento aqui no sudeste do Arizona porque sabemos, talvez melhor do que qualquer distrito congressual no país, o que acontece quando ameaças de violência tornam-se atos de violência “, disse o funcionário CJ Karamargin na declaração.

“O tiroteio em janeiro de 2011 envolvendo a congressista Gabrielle Giffords, foi seguido por uma discussão nacional sobre a importância da civilidade e respeito em nossos debates públicos”. Giffords e 18 outros foram baleados por um atirador solitário fora de um supermercado no distrito de Tucson. Seis dessas vítimas morreram, mas Giffords, que foi baleada na cabeça, fez uma recuperação milagrosa.

Próximos passos

Walter Gonçalves Jr. é um defensor público que representa Martan. Ele disse à CNN que não pode comentar sobre a queixa. Ele diz que a próxima aparição no tribunal de Martan provavelmente será uma mudança de audiência ou alguma audiência pré-julgamento. O processo de Martan será em aproximadamente 30 dias.

Martan foi libertado em 12 de maio e está em prisão domiciliar. Ele deve assistir a todos os procedimentos futuros, ficar longe de McSally, e evitar as drogas e álcool. Ele também não pode possuir armas de fogo e deve participar de um programa de tratamento de saúde mental. A Procuradoria do Arizona e o FBI não fizeram comentários.

 

História do Direito: a normatividade na idade média

Resultou da união entre o que restou do império romano, dos povos bárbaros germanos, (direito romano, direito germânico) do direito canônico.

Quanto aos germanos, eram povos simples que não usavam a escrita. Não havia cidades, mas tribos, clãs e as famílias, que eram a base de tudo. A família era formada pelo pai que tinha todo o poder, compartilhado com uma única esposa, que deve ser exemplo de pureza e tradição familiar.

O direito é consuetudinário e irá variar conforme a tribo com seus costumes. Em algumas regiões, ao se deparar com o direito escrito romano, resolveram estabelecer suas leis escritas, em outras regiões passaram a impor seus costumes- chamado de direito da monarquia germânica. Mas a maior parte das tribos, mesmo escrevendo seu direito, não buscou impor, devendo cada um ser julgado conforme sua lei – bárbaros mantiveram seus costumes, e romanos suas leis.

O direito canônico tinha essa denominação, pois “cânon” em grego significa regra. Teve grande importância na idade média, muito por ter sido escrito, muito por pertencer à igreja. Tendo um caráter unitário – princípio da territorialidade. Isso, em função do caráter universal da igreja e o domínio quase absoluto. Outro ponto importante é que era escrito, e o mais importante, estudado, comentado, tendo influenciado nosso direito atual. Isso porque, a igreja sempre permitiu a dualidade entre o direito religioso e o direito laico.

Foi o responsável exclusivo, durante vários séculos, pelo domínio do direito privado, tanto para religiosos quanto para leigos. Os tribunais eclesiásticos eram o local de solução de casamentos e divórcios, por exemplo.

As fontes que formam o direito canônico são os ius divinum (conjunto de regras extraídas da bíblia), a própria legislação canônica (formada pelos decisórios dos concílios e dos escritos papais – chamados decretais) e os costumes e os princípios recebidos pelo direito romano.

Em 313, o imperador Constantino permitiu que as partes se submetessem à jurisdição do bispo de sua região, dando à decisão episcopal o mesmo valor de uma decisão de um julgamento laico.

Por causa do feudalismo, à medida que o poder laico enfraquecia pelo declínio do poder real, a jurisdição eclesiástica aumentava seu poder, mesmo relativamente aos leigos. Após o século X, além de poder julgar os padres e religiosos, os tribunais eclesiásticos passaram a ter jurisdição sobre questões envolvendo os cruzados, o corpo docente e discente de universidade (que até o séc. XVI foram instituições eclesiásticas) e as chamadas miserables personas, viúvas e órfãos quando pediam a proteção da igreja.

O processo eclesiástico, ao contrário do laico, era escrito. O processo penal era fundado na queixa ou acusação. No período medieval, pelo menos até o século XIII, utilizavam-se as provas de ferro em brasa ou de água fervendo as quais se acreditava que o inocente não iria se ferir. Eram chamados de ordálios, que também poderiam ser batalhas na base da luta de espadas.

Duda Melzer comemora resultados positivos do Grupo RBS na capital gaúcha

Em um evento realizado pelo Grupo RBS, o atual presidente da empresa, Duda Melzer, enfatizou em seu discurso o crescimento e a qualidade dos serviços oferecidos pelo Grupo RBS, bem como o relacionamento forte com o mercado em que atuam.

O evento foi chamado de Convenção de Vendas RBS, e aconteceu no dia 10 de maio, no período da tarde. Esse foi um grande marco para a empresa e para o presidente Duda Melzer, que divulgou os resultados positivos alcançados nos três primeiros meses deste ano com a forte atuação no mercado através do marketing da empresa.

Durante o evento, diversos dados foram apontados como: as expectativas esperadas pelos colaboradores do Grupo RBS em relação ao futuro, e o plano de incentivo elaborado para incentivar a equipe de vendas. Atualmente o Grupo RBS passa por uma nova estratégia administrada por Duda Melzer, onde o principal aliado é a comunicação, que faz a ponte para conectar as marcas com seus potenciais consumidores. O evento comemorativo é a prova de que essa e outras estratégias tem funcionado muito bem dentro do Grupo RBS.

O encontro foi comandado pelo mestre de cerimônias e também humorista Marcelo Adnet, que trouxe bastante leveza para a comemoração que se estendeu pela noite. O Centro de Eventos do BarraShoppingSul, localizado em Porto Alegre, acomodou os 400 participantes convidados para o evento. O Grupo RBS tinha tanto a comemorar que até contou com a participação da cantora Preta Gil que realizou um show especial para os convidados.

Essa e tantas outras comemorações são o resultado de uma empresa que surgiu no dia 31 de agosto de 1957, pelo empresário visionário Maurício Sirotsky Sobrinho. O Grupo RBS, que é um conglomerado de mídia, foi apontado como o pioneiro e líder no mercado de comunicação em todo o Rio Grande do Sul, sendo uma das maiores empresas a produzir conteúdo de qualidade para rádio, jornal, televisão e agora para plataformas digitais.

Além dos destaques do evento, o Grupo RBS ainda teve mais motivos para comemorar. No dia 6 de maio, o programa Jornal do Almoço (JÁ), que é um de seus principais veiculadores de mídia, comemorou 45 anos. A festa de aniversário foi comandada pela apresentado Cristina Ranzolin, que participa do programa há 20 anos.

O grupo, presidido por Duda Melzer ainda ousou em lançar um novo aplicativo com o nome de “Pelas Ruas”, levando a interação do Grupo RBS com o telespectador, internauta, ouvinte e leitor a um patamar mais elevado. O aplicativo tem a finalidade de unir a população aos serviços públicos da cidade, facilitando as reclamações e as soluções de problemas.

Nomeado para a presidência do Conselho de Administração do Grupo RBS em 2016, Duda Melzer galgou seu caminho dentro da empresa até chegar ao posto que já foi de seu tio, Nelson Sirotsky. Ele corresponde a terceira geração da família Sirotsky, que é responsável por fundar e comandar o Grupo RBS. Além disso, o empresário também fundou suas próprias empresas, a e.Bricks Digital, e a e.Bricks Ventures, que também fazem parte do Grupo RBS atuando no Brasil e nos Estados Unidos.

 

Lei de Proteção à Fauna ou simplesmente “Código de Caça”?

O artigo 225, § 1º, inciso VII, da Constituição Federal, que versa sobre a proteção da fauna brasileira, incumbe ao Poder Público a responsabilidade de assegurar a efetividade desse direito. Dessa forma, proteger a fauna é uma forma de garantir que não sejam realizadas práticas que podem colocar em risco a função ecológica, bem como vir provocar a extinção de espécies ou até mesmo submeter animais a crueldade. Assim, surgiu a Lei nº 5.197/67, denominada Lei de Proteção à Fauna, voltada exclusivamente para a tutela dos animais.

Mas será que essa Lei realmente é eficaz? Há garantia de proteção à fauna brasileira? Infelizmente não é como realmente deveria ser. Apesar do artigo 1º da referida Lei dispor que todos os animais silvestres são de propriedade pública, ou seja, do Estado, não há regras de proteção específica a eles. Na verdade, o que se pode observar na maioria dos artigos que estão dispostos nessa norma são regras direcionadas a delimitar o funcionamento e o exercício da caça no país. Logo, depreende-se que a Lei serve para regulamentar as modalidades de caça que são autorizadas pelo Poder Público, tendo em vista que os animais são de propriedade do Estado.

E isso fica mais explícito no artigo 6º, alínea “a”, que coloca o Poder Público para estimular a formação e o funcionamento de clubes e sociedades amadoristas de caça e de tiro ao voo, com o objetivo de conseguir o “espírito associativista” para a prática dessa modalidade esportiva. Entende-se então que, embora a Lei de Proteção à Fauna veda a caça profissional, conforme indica o artigo 2º, ela permite a caça esportiva, sendo inevitável que os animais sejam submetidos a atos de crueldade. Ressalta-se que, além da autorização pública, é necessário que haja autorização do responsável pelo terreno particular, para o caçador praticar a caça legalmente.

No entanto, a Lei nº 5.197/67 possui alguns dispositivos que realmente fazem jus à proteção dos animais. Dentre eles, fica proibido introduzir no país espécies exóticas sem a devida licença, que deve ser concedida pelo Poder Público, bem como instituir registro das pessoas físicas ou jurídicas que venham a negociar animais silvestres e seus produtos. Além disso, textos sobre a proteção da fauna devem estar presentes em livros escolares de leituras, como forma de conscientizar a população desde cedo.

Portanto, a Lei de Proteção à Fauna pode ser facilmente classificada como um “Código de Caça”, pois grande parte do seu texto se refere a caça esportiva. Do que adianta determinar regras, como a vedação de caça durante o período noturno, a utilização de equipamentos que podem maltratar os animais, a proibição de armas de fogo, e tudo isso não descaracteriza a crueldade desse esporte? Para refletir mais sobre o assunto e como ele pode ser prejudicial a vida selvagem, clique aqui e veja essa matéria especial.

A classificação dos bens: bens fungíveis e infungíveis

Antes os conceitos de bens e coisas eram sinônimos no CC, mas para a doutrina bem é o gênero, e coisa a espécie, ou vice-versa, conforme o doutrinador.

A coisa é o bem que possui valoração econômica, que é limitada no universo, que pode ser objeto de apropriação do homem. A coisa é o bem economicamente apreciável. Pelo novo CC, coisas definitivamente são o gênero, e bens as coisas economicamente apreciáveis, tanto que houve padronização da nomenclatura.

Os bens podem ser corpóreos e incorpóreos, conforme tenham não existência física ou somente abstrata, mas com valor econômico. Corpóreos são os que se encontram em existência material, como um terreno, uma casa, um carro; são o objeto do direito; incorpóreos são os que possuem existência tangível e são referentes aos direitos que as pessoas jurídicas ou físicas têm sobre as coisas.

O patrimônio do homem é formado pelos seus bens. No sentido estrito, e da doutrina clássica, só os bens avaliáveis em dinheiro e as obrigações e direitos, ou seja, os bens corpóreos e incorpóreos. Mas para a doutrina moderna, o patrimônio do homem é composto do patrimônio no sentido econômico e os bens que não podem ser suscetíveis de apreciação econômica, como os direitos da personalidade, que são também chamados de direito extrapatrimoniais, e formam o patrimônio jurídico da pessoa, somado aos bens economicamente apreciáveis. Isto porque, modernamente, a moral e a honra do homem, embora não tenham valorização econômica, quando agredidas, devem ser compensadas de alguma forma.

Para se entender o conceito de bens fungíveis e infungíveis, consumíveis e inconsumíveis deve-se entender o conceito de bens móveis.

Encontrado nos artigos 82, 83 e 84 do Código Civil, OS bens móveis são aqueles que podem se movimentar por conta própria ou de remoção por força alheia sem significar a alteração da sua substância ou destinação econômica. Exemplos de bens imóveis são: cadeira, eletrodomésticos, eletroeletrônicos, automóvel, etc.

Fungíveis são os bens que podem ser substituídos por outro da mesma espécie, qualidade e quantidade. São bens que, caso sejam trocados, mudados ou substituídos, terão a mesma valoração e destinação econômica-social. Por isso, o dinheiro é considerado pela doutrina um bem fungível por excelência.

Bens Infungíveis são bens que não poderão ser mudados por outros da mesma espécie, quantidade e qualidade. Segundo Nelson Rosenvald, os bens infungíveis são os “bens insusceptíveis de substituição por outro de igual qualidade, quantidade e espécie”. Alguns exemplos de bens infungíveis existentes nas doutrinas são: uma pintura de algum pinto famoso como a do Picasso ou Portinari, uma joia de família, um gado reprodutor.

Por tanto, coisa é o gênero do qual deriva a espécie bens, que possuem variadas classificações, que podem ser aplicadas cumulativamente. A fungibilidade de um bem possui implicação legal na sua valoração, tendo em vista que esta classificação determinará a sua possibilidade de substituição por outro semelhante ou não.

 

 

O que não pode faltar no seu Plano de Negócios – com Flavio Maluf

Quem deseja dar início às atividades de um negócio, seja ele um produto a ser vendido, um serviço prestado ou mesmo uma franquia, deve elaborar um plano de negócios. Este documento é fundamental no planejamento e previsão do passo-a-passo que deverá ser posto em prática durante o início do empreendimento. Além disto, possibilita ao empresário a análise das ideias e seus potenciais comerciais e financeiros durante sua implementação, cita o empresário Flavio Maluf.

Um plano de negócios bem estruturado auxilia o empresário a definir seus objetivos e alinhá-los com a realidade. Por outro lado, o plano de negócios também possui a função de atrair e cativar investidores, sócios, fornecedores, instituições bancárias ou quem quer que seja seu público-alvo. Desta forma, o documento deve prezar pela simplicidade, objetividade e realismo de modo que todos os seus objetivos possam ser alcançados.

Cada plano de negócios é único, não devendo tomar como referência outros documentos de empreendimentos semelhantes. Atualmente é possível obter na internet diversos modelos de plano de negócio, porém, é comum o surgimento de dúvidas referentes aos detalhes que devem ser incluídos no documento, o tempo necessário para obtenção das informações e, ao final, se o plano cumpre seu objetivo.

De modo a clarear as dúvidas do empreendedor listamos os pontos de maior importância que devem constar no plano de negócios.

1.Sumário executivo (Resumo)

O sumário executivo localiza-se no início do plano de negócios. Trata-se de um resumo direcionado ao público-alvo: investidor, sócio ou fornecedor, por exemplo. Segundo reporta Flavio Maluf, para elaborá-lo você de perguntar a si mesmo quais sãos seus objetivos e como eles serão alcançados.

É importante ressaltar que este é o “cartão de apresentação” do seu documento. Por isto, preze pela clareza e riqueza de informações, mas não se alongue demais. Duas páginas devem ser suficientes para esclarecer suas ideias ao leitor.

  1. Estratégia de mercado

A definição das estratégias de mercado é fruto da análise minuciosa do mercado. Neste ponto o empreendedor deve perguntara si mesmo se o produto ou serviço que pretende disponibilizar irá preencher uma lacuna existente ou irá apenas acrescentar ao que já existente no mercado.

Tópicos como: descrição do mercado, objetivos estratégicos, descrição dos produtos e serviços, tecnologias utilizadas e análise do público-alvo e da concorrência não podem ser ignorados, reporta Flavio Maluf.

3.Equipe de gestores

Destacar os envolvidos no projeto é importantíssimo. O documento deve apresentar as habilidades, características e experiências profissionais do idealizador do empreendimento e sua equipe de gestores. Conforme noticia Flavio Maluf, também neste capítulo o documento deve estabelecer os processos operacionais da futura empresa.

4.Planejamento financeiro

Quando se trata de dinheiro a atenção deve ser redobrada. Todos os detalhes e nuances devem ser devidamente explicados e mantidos no patamar mais realista possível. Devem ser incluídos todas as informações referentes aos custos; despesas; investimentos; empréstimos; projeções de receitas; fluxo de caixa; indicadores; além de uma previsão de para os próximos três anos, suportada pelas informações acima.

A seção financeira do plano de negócios é de grande utilidade não apenas para os leitores, mas também para o empresário, como norteador do projeto, reporta Flavio Maluf.

 

Os bens corpóreos no Direito Civil Brasileiro

O conceito de bens é tudo que se pode submeter ao poder dos sujeitos de direitos, como um instrumento para realizar suas finalidades jurídicas. São coisas úteis aos homens e de expressão econômica, que são susceptíveis de apropriação, além das imateriais economicamente apreciáveis.

Neste conceito, os bens possuem várias classificações que procuram representar sua valoração econômica, utilização, instrumentalização e implicação legal. Dentre elas são: fungíveis e infungíveis, corpóreos e incorpóreos, consumíveis e inconsumíveis, móveis e imóveis, etc.

O artigo 86 do CC diz que: “São consumíveis os bens móveis cujo uso importa destruição imediata da própria substancia, sendo também considerados tais os destinados à alienação.”.

A interpretação dos bens inconsumíveis também é feita por contrario sensu.

Os bens consumíveis são o s que se acabam no primeiro uso, como um alimento, já os bens inconsumíveis são os de uso continuo, como uma roupa ou um livro. Esse conceito só é aplicado aos bens móveis.

No entender doutrinário de Cezar Fiúza, faz a análise de que os bens consumíveis são aqueles “bens móveis cuja utilização acarreta destruição da sua substância”. Exemplos, são: alimentos, cosméticos etc.

Segundo o mesmo doutrinador, estes bens podem ser divididos: em consumíveis por força da lei e por natureza, então, vejamos:

Por natureza: é da origem do bem que a sua utilização acarretará a destruição da sua própria substância, como, por exemplo, o alimento, que será destruído ao ser digerido.

Por força de lei: os bens móveis destinados à alienação. Exemplificando, a roupa que está na loja é consumível, no entanto, no mesmo momento em que é efetuada a compra passa a ser inconsumível.

Por fim, bens inconsumíveis: são os bens móveis cuja utilização em repetidas vezes não acarreta destruição da sua substância. Segundo a doutrina de Pablo Stolze, “são bens que suportam uso continuado, sem prejuízo do seu perecimento progressivo natural”. Portanto, são bens que não irão terminar com o seu uso.

São subclassificados em bens inconsumíveis por natureza e bens inconsumíveis por convenção, sendo que:

Inconsumíveis por natureza: são aqueles que, por fatores da natureza, não se esgotam quanto utilizado, como, por exemplo, uma casa, um carro, uma moto.

Bens inconsumíveis por convenção: são bens que por sua natureza serão bens consumíveis, no entanto, por acordo entra as partes passam a ser considerados inconsumíveis. Exemplo comum para quem trabalha no agronegócio é uma saca de café ou grãos especiais para exposição agrícola onde as partes estipulam que, após o evento, deverá ser devolvida.

 

 

 

Nova Lei da Migração poderá entrar em vigor

A nova Lei da Migração foi aprovada em sessão Plenária do Senado Federal, terça-feira 18 de abril. O Senado aprovou o substitutivo de autoria da Câmara dos Deputado (SC 7/2016) ao Projeto de Lei (PLS 288/2013) de autoria do senador e atual ministro das Relações Exteriores Alosio Nunes (PSDB-SP). A nova Lei substitui parcialmente o antigo Estatuto do Estrangeiro (Lei nº 6.815/80) de 1980. O projeto de Lei foi encaminhado para sanção do presidente da república.

O projeto substitutivo da Câmara (SCD 7/2016) realizou algumas alterações ao projeto original do Senado. Embora o substitutivo tenha realizado uma série de emendas ao projeto original, buscou-se conservar o conteúdo fundamental aprovado nas duas casas legislativas. Os parlamentares argumentaram a necessidade de modernização das regras para entrada e estada de estrangeiros no Brasil.

Diante da crise migratória internacional vivenciada pelos países da comunidade europeia e as restrições aos imigrantes nos Estados Unidos, o Legislativo brasileiro buscou se posicionar decisivamente sobre o problema. Uma vez que o Brasil vem abrigando um número crescente de migrantes oriundos de conflitos no oriente médio.

Estrangeiros poderão ter acesso a serviços públicos

Caso sancionada pelo presidente, a nova Lei da Migração possibilitará que o estranheiro tenha acesso aos serviços públicos, como educação e saúde, entre outros. Possibilita a concessão da carteira trabalhista para que possa trabalhar de maneira legal e assistido pelos direitos da CLT. O estranheiro tem permissão para ingressar em partidos políticos e sindicatos.

A nova Lei visa combater práticas de racismo e xenofobia e quaisquer outras formas de discriminação. O estrangeiro tem amplo acesso à Justiça, podendo ser assistido por um defensor público caso não tenha recursos. Como também não podem ser repatriados aqueles em situação apátrida ou de refúgio para seu país de origem caso isso coloque em risco a sua vida.

Esta nova regulamentação da migração ajudará a vida daqueles que chegam no Brasil em condições pouco favoráveis, muitas vezes fugindo de grandes conflitos e carregando muitas perdas pelo caminho. O portal da Folha de São Paulo divulgou em matéria uma estimativa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) que aponta que cerca de um milhão de migrantes vivem no país.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Programa Hospitalar e os Desafios para Implantar o Hospital Copa Star

Um dos mais respeitados projetos do escritório RAF Arquitetura é denominado como Hospital Copa Star, que no Rio de Janeiro é evidenciado por sua moderna arquitetura. O edifício, localizado no bairro de Copacabana, oferece atendimento de ponta e é destinado às áreas de Cirurgia Cardíaca e Neurocirurgia.

O projeto arquitetônico da nova unidade da Rede D’Or foi entregue no ano de 2016, precisamente no segundo semestre. A estrutura hospitalar conta com 9 salas de cirurgia, um parque de alta tecnologia, um restaurante aberto ao público e um convidativo lobby na entrada do hospital.

Para evidenciar o Hospital Copa Star, o escritório RAF Arquitetura enfrentou alguns desafios nesse projeto para colocá-lo em pé, já que a intenção dos envolvidos era edificá-lo em frente ao Hospital Copa D’or, construído em 1997, que também leva a assinatura da importante marca.

Os desafios para implantar o hospital em Copacabana

Como a área escolhida pertence à APAC (Área de Proteção do Ambiente Cultural do bairro Peixoto), o projeto teve que atender algumas regras, onde, então, os arquitetos procuraram fazer com que a estrutura dialogasse com o entorno. Para isso, o hospital não ocultaria seu lado institucional e nem quebraria nenhuma jurisdição.

Dentre as regras da APAC, o maior desafio foi colocar os edifícios pareados entre eles, assim atenderia ao programa hospitalar que era bastante compacto. O Hospital Copa Star teria um intenso fluxo de pessoas e acolheria um amplo conjunto de atividades e aparelhagens. Sendo assim, a RAF Arquitetura projetou duas estruturas, como se fossem dois prédios.

A equipe construiu uma na parte de cima da rua e outra na parte de baixo, com a mesma metragem (2.797 m²). Para atender à legislação da zona, o edifício necessitou sofrer outra mudança na sua altura. Na zona, a altura máxima permitida da torre é de 15 metros. Como o pé-direito de um hospital precisa ter no mínimo 4 metros cada, a estrutura precisou baixar um pouco a altura projetada.

No papel, o programa hospitalar do edifício teria quatro andares, que totalizam 16 metros – que é uma altura não permitida pela área de proteção. Então, para não quebrar a jurisdição e seguir a regra institucional, a modificação foi executada e o tamanho ficou compatível com o número de andares, preservando assim a arquitetura.

O Programa Hospitalar do Hospital Copa Star

Atender a grande demanda do programa em um espaço delimitado, segundo a equipe, foi o maior desafio. A estrutura possui um layout que conta com um extenso planejamento setorizado, que por sua vez encaixa cada sessão em seu canto. Como resultado, o paciente fica bem mais a vontade e, o melhor, se sente bem recebido.

Um dos destaques da arquitetura do hospital é o restaurante, chamado de “âncora” do edifício, projetado especialmente para fazer os visitantes se sentirem em outro espaço. O local transmite uma atmosfera bem mais leve, já que lugares hospitalares costumam fornecer um efeito bem pesado, casando assim o paciente e seu acompanhante.

Falando em acompanhantes de pacientes, a estrutura apresentar ambientes de estar que foram distribuídos pelos andares, além dos espaços privados, criados para atender médicos que atuam no ambiente. Por fim, vale a pena falar da infraestrutura do Hospital Copa Star, que é extremamente tecnológica.

O espaço conta com salas híbridas e salas para neurocirurgias, que entregam equipamentos de ressonância magnética integrado, telemedicina e medicina robótica. Do lado de fora, precisamente na entrada principal do hospital, tem um fluxo intenso de veículos e pessoas. Pensando nisso, foi utilizado a esquadria de alumínio, que ajuda a barrar ruídos impertinentes.

Legisladores dos Estados Unidos, se empenham em reprimir as fraudes em estacionamentos para deficientes

 

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Todos nós vimos isso e silenciosamente amaldiçoamos: Um cara põe um cartão de estacionamento para deficientes no espelho retrovisor, pula e caminha rapidamente para a loja. Ele pode fingir por alguns passos antes de entrar em plena marcha na loja.

Truques de estacionamento não são o maior problema do mundo, mas eles frustram a vida diária de muitos motoristas que respeitam a lei e respeitam as regras.

As pessoas mais prejudicadas, são aquelas que realmente precisam de um local conveniente por causa de sua deficiência. Mas eles estão fechados porque um trapaceiro arrumou o lugar. Enquanto isso, os públicos observadores tornam-se mais frustrados em ajudar os deficientes.

Então, a auditora Elaine Howle publicou recentemente um relatório de 70 páginas sobre o uso ilegal de cartões de estacionamento e a falha do DMV em reprimir. “O DMV, em várias áreas, não está realmente fazendo um bom trabalho gerenciando este programa”, disse Howle.

Por um lado, ela disse, não está sendo examinando suficientemente os pedidos dos motoristas para os cartões de deficientes. Por outro lado, não está sendo conduzido quase o suficiente, operações contra o uso ilegal destas vagas.

O DMV não ficou na defensiva. Ele basicamente reconheceu falhas, disse que estava se esforçando mais e prometeu fazer melhor. Existem 2,9 milhões de californianos com cartões para deficientes ou placas de deficiência. Não há nenhuma taxa para placas permanentes, e elas são automaticamente renovadas a cada dois anos.

Placas dão direito aos detentores de estacionamento gratuito no centro, e os limites de tempo não se aplicam. Estas vantagens incompreensíveis podem irritar muitos motoristas. Aqui estão algumas coisas reveladoras que o auditor encontrou:

A certificação de um médico é necessária para obter um cartão ou placa, mas 73% das aplicações que foram revistos “não descreveram completamente a deficiência.” Além disso, 18% das assinaturas dos médicos não correspondem aos arquivados com os conselhos estaduais de saúde. O auditor questionou se 260.000 cartões emitidos durante um período de três anos eram válidos.

Muitos cartões de estacionamentos para deficientes que existem, foram emitidos para pessoas agora mortas. Eles não foram cancelados. O DMV recolhe muitos desses cartões, verificando os registros de óbito do estado, mas pode identificar mais milhares de cartões examinando dados federais. O auditor apresenta pelo menos 35 mil.

A partir de junho, havia 26.000 pessoas com 100 anos ou mais, com cartões ativos, com base em dados DMV. Mas existem apenas 8.000 centenários vivendo na Califórnia. Não há limite no número de cartões de substituição que um titular pode receber se um é “perdido” ou “roubado”. Os auditores encontraram várias pessoas que tinham recebido 16 ou mais placas ao longo de um período de três anos.

Isso deve levantar uma bandeira vermelha – disse Howle. “Nós fomos no Craigslist e vimos alguns cartazes para venda.” O auditor fez estas recomendações: Exigir que o DMV trabalhe com os conselhos estaduais de saúde no exame de solicitações de cartazes.

Forçar o DMV a verificar registros federais de óbitos para que ele possa cancelar os cartazes de pessoas mortas e aumentar muito as operações contra fraudes.

Veja também: Vagas de estacionamento para deficientes (Brasil). O que precisamos saber?