Quinto Andar tem aplicativo para aluguel sem fiador

Alugar uma residência para morar não é mais tão burocrático como antes. Quem estava à procura de um imóvel teria que ter documentos em mãos como comprovante de renda e até mesmo um valor de depósito, que poderia servir tanto para pagar os últimos meses de locação ou o reparo de alguma coisa quebrada. Hoje, as notícias são boas, pois é possível alguém de outro país alugar um apartamento sem todas essas exigências e ainda encontrar o imóvel já mobiliado, e ficar apenas um mês. Esse movimento facilita a vida tanto de quem quer alugar quanto do proprietário do imóvel.

Pensando em proporcionar aluguéis por aplicativo, a startup Quinto Andar, desde 2006, vem prestando os seus serviços para a locação de imóveis. Sem a necessidade de fiador, o Quinto Andar facilita o aluguel em 28 cidades brasileiras.

Antes mesmo de visitar o espaço, quem procura por um imóvel pode visualizar as fotos que estão em 360°. Depois do contrato ser assinado, não existe risco do proprietário não receber o aluguel, pois o Quinto Andar garante o recebimento da locação independente se o valor combinado não for pago pelo locatário, por isso, quem alugar não tem necessidade de ter um cheque-calção.

No aplicativo todas informações referentes ao imóvel estão disponíveis para quem está fazendo a busca. Para agendar uma visita ao imóvel desejado, o usuário pode escolher o melhor horário, e então uma visita será acompanhada por um corretor do Quinto Andar, para fechar contrato, o usuário do aplicativo precisa apenas assinar o contrato de maneira online, e em pouco tempo a locação é concluída.

A startup se tornou o  nono unicórnio brasileiro  depois de uma rodada de investimentos que alcançou o valor de 250 milhões de dólares no mês de setembro. As empresas que participaram dos negócios do Quinto Andar são: a Softbank, de origem japonesa e a Dragooneer, fundo de investimentos americanos, a private equity, a General Atlantic e a Kaszek, as últimas três já eram investidores da startup. A empresa iniciante que atinge o valor de mercado de mais de 1 bilhão de dólares é chamada de unicórnio. No Brasil, o primeiro unicórnio foi a empresa de entregas Loggi, que também disponibiliza os seus serviços por aplicativo.

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